Serra do Caparaó · Minas Gerais & Espírito Santo
Cultivado acima de mil metros, no entorno do Parque Nacional do Caparaó. Altitude, microclima e mãos que passam o ofício de geração em geração.
Reconhecida como Denominação de Origem, atestando terroir e protocolo.
Dos melhores cafés do Brasil no Coffee of the Year 2025, categoria Arábica.
Altitude mínima de cultivo, onde a maturação lenta concentra doçura.
Café de pequenos produtores da serra, colhido grão a grão no ponto certo.
Por décadas, o Caparaó vendeu café como commodity. Pesquisa, técnica de pós-colheita e organização entre produtores reescreveram a história: hoje a serra é referência mundial em café de altíssima qualidade.
Os microclimas criados pelas montanhas do parque, as noites frias e a maturação lenta dos frutos em grande altitude resultam em cafés naturalmente doces, complexos e de acidez viva.
Perfil sensorial
As notas que se repetem nos lotes da serra. Não são adicionadas: vêm do fruto, da altitude e do processo.
Doçura floral e final aveludado, típica dos lotes de processo natural.
Corpo encorpado e cacau ao leite, do amadurecimento lento em altitude.
Doce de cana queimada e caramelo, assinatura da serra mineira.
Acidez viva e notas de fruta madura nos cafés de maior altitude.
Só o fruto maduro, no ponto exato de açúcar. Em encosta, isso significa colher à mão, passada após passada.
Natural, cereja descascado ou fermentado. A escolha define se o lote vai puxar mel, fruta ou chocolate.
Secagem lenta em terreiro suspenso e avaliação física e sensorial antes de receber o selo de origem.
Reconhecimento
No Coffee of the Year 2025, a serra levou oito das dez primeiras posições na categoria Arábica. Não foi sorte de uma safra: é o método de uma região inteira.
Fale com a cooperativa e os produtores da região para comprar grãos verdes, torrados ou microlotes premiados, direto da origem.